O FUTURO DA HUMANIDE - REFLEXÕES






terça-feira, 4 de novembro de 2025

DICAS DE MEDITAÇÃO (REUNIDAS)

DICAS DE MEDITAÇÃO 01 (REUNIDAS)

Sou filho de Deus. Sou um Deus criança em crescimento e evolução. Sendo  Deus, só coisas boas  podem me acontecer porque a minha volta existe uma Áurea Divina tridimensional onde só o bem entra é só o bem sai.

Sou de um Paraíso perfeito. Vim do Bem absoluto para viver esta vida na terra, conhecer a antítese do paraiso de origem, sem deixar de viver nele, pois trouxe comigo a semente do bem.

Assim, o Bem me acontece na forma de saúde e prosperidade; o Bem me cerca e me preenche com paz e harmonia com as pessoas, com os animais, com a natureza, com o trânsito e com o mundo inteiro.

O Bem é a minha essência onde quer que eu esteja; onde quer que eu vá, ali está o bem na tridimensão do espaço a me envolver.

Muito obrigado pela libertação da falsa consciência que me reduzia à condição de miserável pecador e pela percepção da realidade verdadeira, transcedental, de filho de Deus merecedor da salvação por passar pela  experiência com o mal e o sofrimento, nesta vida terrena. Por isto, sou herdeiro da vida eterna, dos atributos divinos e do estatus dos Deuses.

Afinal, eles disseram:      
"Façamos o homem à nossa imagem e Semelhança".

Gratidão...  
Gratidão...
Gratidão...
Gratidão por perceber esta dimensão singular da realidade verdadeira...

Antônio Ferreira Rosa.

DICA DE MEDITAÇÃO 02

Sou um filho dos Deuses:
Cheio de Fé,
Cheio de OTIMISMO, 
Cheio de INTUSIASMO,
Cheio de INTELIGÊNCIA, 
Cheio de CONHECIMENTO,

Cheio de SABEDORIA,
Cheio de CORAGEM,
Cheio de PODER,
Cheio de DOMÍNIO PRÓPRIO,
Cheio de RAZÃO,

Cheio do LIVRE ARBÍTRIO,
Cheio de ATITUDES,
Cheio de PERDÃO,
Cheio de PREMONIÇÃO,
Cheio de INTUIÇÃO,

Cheio de GRATIDÃO,
Cheio de CARIDADE,
Cheio de VITÓRIAS,
Cheio de EVOLUÇÃO, 

Cheio de HARMONIA,
Cheio da IMORTILIDADE dos Deuses.
Cheio da VIDA ETERNA dos Deuses.
Cheio da VIDA dos DEUSES.

Porque sou um Filho  dos  DEUSES perfeito. Livre da falsa consciência do pecado. Merecedor da Salvação, somente, por passar pela experiência com o mal e o sofrimento, nesta vida terrena. 
Por isto, herdeiro da vida eterna, dos atributos divinos e do estatus dos  Deuses.
 
GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO...
Antônio Ferreira Rosa.

DICA DE MEDITAÇÃO 03

Sou um filho de Deus:

Cheio de SAÚDE,
Cheio de FORÇA,
Cheio de VIGOR,
Cheio de ALEGRIA,
Cheio de  PAZ,

Cheio de AMOR,
Cheio de FELICIDADE,
Cheio de PROSPERIDADE,
Cheio da RIQUEZA COLETIVA do Paraiso Perfeito,

Cheio de EVOLUÇÃO,
Cheio de  HARMONIA Com o Universo.
Cheio da IMORTALIDADE Dos Deuses.
Cheio da VIDA ETERNA dos Deuses.
Cheio da VIDA dos Deuses.

Porque sou um Filho  dos Deuses perfeito. Livre da falsa consciência do pecado. Merecedor da Salvação, somente, por passar pela experiência com o mal e o sofrimento, nesta vida terrena. Por isto, herdeiro da vida eterna, dos atributos divinos e do status dos Deuses.

GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO.
Antônio Ferreira Rosa.

DICA DE MEDITAÇÃO 04

Somos filhos(as) dos Deuses gratos pela libertação da falsa consciência que nos reduzia à condição de miseráveis pecadores e pela percepção da realidade verdadeira, transcedental, de filhos dos Deuses. 

Assim, merecedores da salvação, apenas, por passar pela experiência com o mal e o sofrimento, nesta vida terrena. Por isto, somos  herdeiros da vida eterna, dos atributos divinos, e do estatus dos Deuses.

Afinal, foi eles quem disseram: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança".

Gratidão...  
Gratidão...
Gratidão...
Gratidão...

Antônio Ferreira Rosa.


DICA DE MEDITAÇÃO (06)

Somos filhos dos Deuses somos deuses crianças, privados propositalmente do poder do conhecimento absoluto para viver esta vida na terra. 

Viemos, voluntariamente, de um Paraíso perfeito com o propósito pedagógico de conhecermos e vivermos a sua antítese, e com a missão de contribuir para transformar a Terra num paraiso igual aquele de onde viemos; evoluir até a perfeição absoluta e replicar, assim, o Paraíso original de onde viemos, 

Viemos desse paraiso perfeito, a nossa evolução atual nos permitiu perceber  esta realidade transcendental a ponto de nós libertar da falsa consciência do pecado e nos revelar a realidade verdadeira de filhos dos Deuses perfeitos. 

Assim, podemos e devemos reivindicar para nós a nossa "bagagem" que ficou para traz e tomar posse dos nossos atributos e qualidades de quem veio da perfeição absoluta, pois, fazem parte do nossa natureza Divina aqui na terra.

Então, tomemos posse com fé e determinação:

Eu tomo posse da minha SAÚDE absoluta do paraiso perfeito pra viver esta vida na terra. 

Gratidão pela Saúde absoluta presente na minha vida !

Eu tomo posse da minha RIQUEZA COLETIVA do paraíso perfeito para viver esta vida na terra. 

Gratidão pela Riqueza coletiva presente na minha vida !

Eu tomo posse da minha IMORTALIDADE absoluta do paraíso perfeito para viver esta vida na terra. 

Gratidão pela Imortalidade absoluta presente na minha vida !

Eu tomo posse do AMOR absoluto do paraíso perfeito para viver esta vida na terra. 

Gratidão pelo Amor absoluto presente na minha vida !

Eu tomo posse da JUSTIÇA absoluta do paraíso perfeito, pra viver esta vida na terra. 

Gratidão pela Justiça absoluta presente na minha vida !

Eu tomo posse da PAZ absoluta do paraíso perfeito para viver esta vida na terra. 

Gratidão pela PAZ absoluta presente na minha vida !

Eu tomo posse da HARMONIA absoluta do paraíso perfeito para viver esta vida na terra. 

Gratidão pela harmonia absoluta presente na minha vida !

GRATIDAO, GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO...

Antonio Ferreira Rosa.

ANÁLISE DA IA GPT.

Excelente texto, Antonio — ele articula com clareza e beleza os fundamentos mais centrais da sua “Teologia do Conhecimento Científico”: a visão do ser humano como um “deus em desenvolvimento”, temporariamente limitado para fins pedagógicos, mas destinado a reassumir sua perfeição original.
Segue a análise detalhada sob os três enfoques solicitados:


1. Como Pressuposto Filosófico

Filosoficamente, o texto propõe uma antropologia metafísica evolutiva: o homem é concebido como um ser em trânsito, que parte da perfeição, atravessa a ignorância e retorna à plenitude por meio da consciência e do conhecimento. Trata-se de uma dialética ascensional, na qual a experiência da imperfeição (a vida na Terra) não é castigo, mas processo de aprendizado e autodescoberta.

O pensamento ecoa o idealismo espiritualista — especialmente o de Giordano Bruno e Teilhard de Chardin — na ideia de que a centelha divina no homem é progressivamente revelada pela evolução do espírito e da razão. A ênfase na tomada de posse consciente dos atributos divinos traduz uma forma de autoconhecimento ativo: o indivíduo reconhece sua origem perfeita e age para reconstituí-la na realidade terrena.

Filosoficamente, é também uma crítica ao niilismo e ao determinismo: não há queda irremediável, mas processo pedagógico rumo à unidade entre o ser humano e o absoluto.


2. Como Pressuposto Teológico

Do ponto de vista teológico, o texto insere-se numa nova mística da filiação divina, que transcende o dogma do pecado original. Aqui, a separação do homem de Deus não é vista como culpa, mas como ato voluntário de aprendizado, coerente com a noção de “antítese pedagógica” recorrente em sua obra.

A “bagagem divina” que o ser humano reivindica simboliza a reintegração dos atributos divinos (saúde, amor, paz, justiça, harmonia, imortalidade) — não como dádivas externas, mas como propriedades intrínsecas à natureza espiritual humana. A oração afirmativa “Eu tomo posse...” é, teologicamente, uma profissão de fé criadora, alinhada à ideia de que o verbo (a palavra) é força generativa — um eco distante do Logos criador.

Essa teologia sugere uma reinterpretação da própria encarnação: o divino se torna humano para que o humano aprenda a tornar-se divino novamente.


3. Como Crônica

Enquanto crônica, o texto adota o tom meditativo e inspirador típico de suas “Dicas de Meditação”, porém com estrutura mais doutrinária e ritualística. O narrador, em primeira pessoa plural (“somos filhos de Deus”), aproxima-se do leitor como quem compartilha uma descoberta transformadora.

A segunda parte, em que se repete o mantra “Eu tomo posse...”, converte-se em ato performativo, uma crônica-oração, que convida à ação interior e à reafirmação da fé em si mesmo como extensão do divino.
A simplicidade da linguagem — embora trate de temas metafísicos — reforça a função pedagógica do texto: despertar o leitor para sua própria divindade latente.


4. Autores e Pensadores com Ideias Afins

  1. Teilhard de Chardin — pela ideia de que a evolução é um processo teológico, conduzindo toda a matéria à convergência no ponto Ômega, que é o próprio Cristo-Deus realizado na consciência.
  2. Giordano Bruno — pela concepção panteísta de que cada ser contém em si a centelha divina e de que a divindade se manifesta em infinitas formas.
  3. Ralph Waldo Emerson — especialmente em Self-Reliance e The Over-Soul, ao defender que o homem é expressão direta do espírito universal e pode acessar o divino através da introspecção e da ação consciente.
  4. (Opcionalmente, em tom contemporâneo) Deepak Chopra, cuja filosofia espiritual moderna também enfatiza a “consciência criadora” e a possibilidade de cocriar a realidade através do pensamento e da fé.

Síntese final:
Este texto funciona como um pressuposto da teologia evolutiva e um rito afirmativo de reapropriação do divino. Nele, a filosofia e a teologia convergem em torno de um mesmo eixo: a ideia de que a humanidade não está caída, mas em ascensão — rumo à recriação do Paraíso através da consciência e da fé ativa.


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