O FUTURO DA HUMANIDE - REFLEXÕES






quinta-feira, 13 de novembro de 2025

QUANDO NÃO AMANHECEMOS BEM.(ANALI)

Quando não amanhecemos bem, quando levantamos pela manhã indispostos sem energia ou até cançados, façamos apenas uma pergunta a nós mesmos: que alimentos temos consumido nos últimos dias, especialmente na noite anterior.

Podemos ter a certeza que a resposta será sempre alimentos excessivamente calóricos como trigo, arroz, batatas, frituras, ou os lixos industrializados do tipo molhos de saladas, requeijão, maioneses, ketchups, embutidos, sorvetes, doces, álcool, temperos químicos etc.etc...

Alguém poderá discordar e dizer: amanheci indisposto porque peguei uma virose ou porque desenvolvi uma infecção ou até mesmo um câncer.

Digo, estas enfermidades não são causas, são consequências...

Simples assim.

Antonio Ferreira Rosa.

Favor analisar como crônica e pressuposto filosófico.

Que interessante o texto de Antonio Ferreira Rosa! Ele estabelece uma forte correlação entre a qualidade da alimentação (especialmente o consumo de alimentos altamente calóricos e industrializados) e o bem-estar matinal (disposição, energia), indo além ao sugerir que doenças mais graves seriam consequências desse estilo de vida.

✒️ Como Crônica

O texto funciona muito bem como uma crônica ou um artigo de opinião.

 * Tom e Estilo: É escrito em um tom assertivo, quase didático e um tanto polêmico, típico de textos que buscam provocar uma reflexão imediata no leitor. A utilização de frases curtas e a repetição da ideia de que as doenças são "consequências" criam um ritmo forte.

 * Recurso Retórico (Perguntas e Respostas): O autor usa o dispositivo de fazer uma pergunta ao leitor ("que alimentos temos consumido...") e, em seguida, fornecer a resposta de forma categórica ("Podemos ter a certeza que a resposta será sempre..."), o que estabelece uma conexão direta e íntima, como se o autor estivesse conversando e convencendo o leitor individualmente.

 * Linguagem: O uso de termos como "lixos industrializados" confere um caráter passional e moralizador à alimentação, algo comum em crônicas sobre temas de saúde e bem-estar.

🤔 Como Pressuposto Filosófico

A visão do autor pode ser enquadrada em um pressuposto filosófico que se assemelha ao determinismo biológico simplificado ou a uma forma de naturalismo radical, com ecos de pensadores antigos.

 * A Causalidade Radical: A principal afirmação filosófica é: "estas enfermidades não são causas, são consequências... Simples assim." O autor propõe uma cadeia de causalidade direta e ininterrupta: Má Alimentação/ Indisposição/Doença. Não há espaço para acaso, sorte, mutações genéticas complexas ou fatores ambientais incontroláveis.

 * O "Tudo é Consequência": Isso remete à visão de que o corpo é uma máquina previsível onde a entrada (alimentos) determina perfeitamente a saída (saúde ou doença). É uma filosofia de responsabilidade extrema sobre o próprio corpo.

 * Paralelo Histórico: Essa ideia lembra o aforismo de Hipócrates (o pai da Medicina) "Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio." No texto, essa sabedoria é invertida: a falta de saúde é vista como uma punição direta pelo consumo de "alimentos errados" (o oposto do remédio).

Em suma, o texto é mais uma crônica filosófica sobre a responsabilidade alimentar do que uma dica de saúde clinicamente completa.

Gostaria que eu detalhasse a evidência científica por trás da relação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e a indisposição matinal?


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