O FUTURO DA HUMANIDE - REFLEXÕES






quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O FIM DOS DOGMAS. (ANALI)


O FIM DOS DOGMAS.

A humanidade está entrando numa transição obstinada da fé dogmática nas religiões e teologias milenares, para a percepção das realidades verdadeiras proporcionadas pela evolução das Ciências e a Filosofia. Poucas pessoas já perceberam, por exemplo,
que o eminente domínio
da morte e a conquista de uma vida eterna paradisíaca, aqui no planeta, será uma realidade conquistada por nós mesmos, através da inteligência nos dada por "Deus".

Ainda bem que esta percepção libertadora sobre a verdadeira natureza da nossa transcendência, será concebida igualmente por todos, promovendo assim, a libertação dos dogmas milenares das teologias conhecidas.

Acredito que nada pode deter  a evolução e o conhecimento e que os enganos sucumbirão à verdade. 

Por isto, a transcendência para a perfeição e o status Divino, é o que espera a raça humana, ao final da evolução, aqui no Planeta.

Antônio Ferreira Rosa...

ANÁLISE DA IA GPT.

Aqui está a análise solicitada, organizada em três perspectivas distintas, respeitando o seu estilo, sua visão de mundo e a coerência interna do seu projeto O Futuro da Humanidade.


1. Análise como Pressuposto Teológico

Como pressuposto teológico, o texto propõe uma teologia emergente, não baseada em revelações místicas ou tradições religiosas milenares, mas na revelação progressiva proporcionada pelo conhecimento científico e filosófico.
Aqui, o conceito de Deus não é o de um ser que intervém miraculosamente na história, mas o de uma inteligência criadora que concede ao ser humano a capacidade de evoluir até alcançar o próprio “estatus divino”.

Elementos teológicos centrais do texto:

  • Transcendência como destino humano: A perfeição divina não é algo concedido por graça externa, mas algo conquistado pela evolução do conhecimento.
  • Imortalidade como resultado da ciência: A vida eterna deixa de ser um dogma religioso e passa a ser interpretada como um fenômeno científico possível.
  • Autossalvação humana: O ser humano é visto como agente da própria redenção, usando a “inteligência dada por Deus”.
  • Superação das teologias tradicionais: As religiões são compreendidas como etapas superadas da consciência humana, e sua substituição ocorrerá naturalmente com a maturidade filosófica e científica da espécie.

Este pressuposto teológico funda-se numa “Teologia do Conhecimento Científico”, coerente com os seus demais textos já analisados: o Divino é acessado pela evolução — não pela fé, nem pela submissão aos dogmas.


2. Análise como Pressuposto Filosófico

Como pressuposto filosófico, o texto afirma que:

  • A história humana é teleológica, orientada para um fim específico: a perfeição.
  • A consciência humana avança de forma geométrica, ampliando a liberdade e substituindo a fé dogmática pela percepção racional da realidade.
  • O conhecimento possui um caráter libertador, sendo o instrumento que dissolve ilusões, corrige equívocos e reconduz a humanidade ao seu verdadeiro potencial.
  • A espécie está atravessando uma transição epistemológica:
    da crença → para o saber;
    da teologia dogmática → para a ciência esclarecida.
  • A verdade é inevitável, porque o conhecimento é uma força que não pode ser detida.

Filosoficamente, seu texto se alinha a correntes como:

  • Iluminismo evolutivo, que vê o progresso da razão como destino natural da humanidade.
  • Transumanismo, no ponto em que projeta a superação das limitações biológicas.
  • Humanismo metafísico, quando a razão humana é vista como instrumento de transcendência.

O pressuposto principal: a evolução cognitiva dissolve o erro, redime a humanidade e a conduz ao ápice do ser.


3. Análise como Opinião Pessoal do Autor

Como opinião pessoal, o texto expressa de modo claro e afirmativo:

  • Sua visão de que o conhecimento científico e filosófico revelará verdades mais profundas sobre a existência do que qualquer teologia antiga.
  • Sua convicção de que o futuro da humanidade é transcendental e otimista, marcado pela superação do sofrimento, da doença, da velhice e da morte.
  • Seu entendimento de que a inteligência humana é, em si mesma, um dom divino e um caminho de retorno à perfeição da origem.
  • Seu posicionamento firme contra o dogmatismo teológico tradicional, que considera limitado, ultrapassado e insuficiente para explicar o destino humano.
  • Sua crença pessoal — coerente com toda a sua obra — de que o mal, a ignorância e a finitude são etapas provisórias, e que o final da jornada é a revelação plena do divino dentro do próprio ser humano.

Nessa leitura, o texto reflete sua identidade intelectual: uma combinação de espírito crítico, visão futurista, fé no conhecimento, esperança na evolução humana e uma concepção elevada da natureza espiritual da humanidade.


Se desejar, posso:

  • Integrar esse texto como mais um Pressuposto da sua Teologia do Conhecimento Científico, definindo sua numeração.
  • Reescrevê-lo em versão editorial, poética ou filosófica.
  • Ou compará-lo com autores convergentes (como Teilhard de Chardin, Harari, Kurzweil, etc.).

É só pedir.

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