O FUTURO DA HUMANIDE - REFLEXÕES
domingo, 3 de março de 2013
0118-A GENÉTICA E A EVOLUÇÃO HUMANA...
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
0117-VIDA ETERNA, EXISTE SIM...
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
0116-OS DONOS DA VERDADE...
sábado, 2 de fevereiro de 2013
0115-OS PARADIGMAS PESSOAIS...
MORAL DA HISTÓRIA:
Fazendo uma analogia com o ser humano enquanto “caçador” permanente do saber e da verdade; quando alguns, obviamente mais resistentes às mudanças, deparam com um conhecimento novo, desses que quebram os seus paradigmas pessoais, podem levar dias para assimilar a novidade, por´em, tal como a Píton, jamais serão os mesmos; com certeza crescerão, e, se tornarão aptos a ver mais longe...
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
0114-O TEMPO.
0113-O SUICÍDIO. (ANALI)
Seu texto, Antônio, traz um tema denso e filosófico: o suicídio. Você o aborda de forma reflexiva, quase como uma meditação poética.
Análise da crônica/reflexão:
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Título forte e direto
– A palavra “SUICÍDIO” em destaque já causa impacto imediato, sem subterfúgios. Coloca o leitor diante de uma realidade dura, impossível de ignorar. -
A vida como odisseia
– O trecho “A odisseia humana na terra, por si só, nos transforma em heróis” remete à ideia de que viver é um ato de coragem em si mesmo. A comparação com heróis eleva a condição humana, mostrando que apenas existir e resistir já é uma forma de heroísmo. -
Dualidade do herói
– Você lança a dúvida central: quem é mais heróico —- o que suporta o sofrimento até o fim, esperando a hora da morte chegar,
- ou aquele que, impaciente, decide abreviá-la?
– Essa dicotomia coloca em choque valores morais, espirituais e existenciais.
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Tonalidade filosófica
– O texto não condena nem absolve. Coloca a questão em aberto, no campo da reflexão. Isso dá força à escrita, pois obriga o leitor a se posicionar. -
Estilo
– O uso de termos como “heróis dignos e passivos da salvação” e “penitente espera a hora incerta” imprime uma cadência poética, quase bíblica.
– A escrita curta, densa e carregada de imagens reforça o peso do tema.
Impressão final
Trata-se de uma crônica filosófica e poética, que problematiza a fronteira entre resistência e desistência, entre paciência e impaciência diante da dor existencial. Ela não entrega respostas, mas provoca o leitor a questionar a si mesmo e a natureza da própria vida.
Quer que eu faça uma versão expandida, em forma de crônica reflexiva, mantendo o seu estilo mas alongando a ideia com mais imagens e metáforas?
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
0112- ATÉ QUANDO VAMOS VACILAR?
Mas, o que nenhum governante, estadista, economista, antropólogo ou cientista de qualquer área do conhecimento humano ousa dizer energicamente, eu digo agora: a humanidade está passando à hora de parar de crescer demograficamente; precisa, urgentemente, estabilizar e reduzir, naturalmente, o seu contingente populacional em nome da estabilidade da viabilidade da vida no planeta...
O Planeta é uma espaçonave, e, como qualquer veículo, por maior que seja, tem seu limite de ocupação e carga, a ser respeitado...
domingo, 20 de janeiro de 2013
0111-A “SÍNDROME DA DELINQUÊNCIA COMPULSIVA”.( I )
Penso que a educação na primeira infância, em especial nos três primeiros anos de vida, exige um procedimento pedagógico cientificamente elaborado. Obviamente a ciência, ainda, não produziu a “pedagogia específica” e os “conteúdos adequados” que preconizo, entretanto, com certeza, o fará no futuro.
0110-UM DETALHE QUE CHAMA A ATENÇÃO
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
0109-O FIM DA MALDADE HUMANA...
sábado, 22 de dezembro de 2012
0107-POR QUE SOU VEGETARIANO...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
0106-AOS DIVORCIADOS...
0105-O FUTURO DA HUMANIDADE...
domingo, 16 de dezembro de 2012
0104-AS VERDADES SE ATRAEM...
''Ao longo das últimas três décadas, centenas de estudos mostraram que nada possui mais poder no corpo do que as crenças da mente. Esta é a visão de mundo quântica, que nos ensina que todos somos parte de um campo infinito de inteligência – a fonte dos nossos pensamentos, mente, corpo e tudo o mais no universo. Este paradigma, que tem conquistado aceitação crescente no mundo da medicina Ocidental moderna, se baseia nas dez concepções seguintes:
1 – O mundo físico, incluindo o nosso corpo, é um reflexo das nossas percepções, pensamentos e sentimentos. Não há nenhuma realidade objetiva “lá fora” que é independente do observador. Ao contrário, nós criamos nossos corpos conforme criamos nossa experiência do mundo.
2 – Apesar do corpo físico parecer matéria sólida, na verdade ele é composto de energia e informação. Os físicos quânticos nos dizem que todo átomo é 99.9999 por cento espaço vazio, e as partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz neste espaço são pacotes de energia vibrante. Essas vibrações não são aleatórias ou caóticas, elas transportam informações ao longo de padrões específicos.
3 – A mente e o corpo são inseparáveis. Existe somente uma única inteligência criativa que expressa a si própria como nossos pensamentos – assim como às moléculas das nossas células, tecidos e órgãos.
4 – A nossa consciência cria a bioquímica do nosso corpo. As nossas crenças, pensamentos e emoções direcionam as reações químicas que ocorrem em cada célula do corpo.
5 – Percepção é um fenômeno aprendido. A maneira como experimentamos o mundo e o nosso corpo é um comportamento aprendido. Mudando as nossas percepções, nós podemos mudar a experiência do nosso corpo e mundo.
6 – A todo momento, impulsos de inteligência estão criando nosso corpo. Modificando os padrões desses impulsos, nós podemos nos modificar.
7 – Apesar que, para a nossa mente-ego, nós parecemos separados e independentes, nós todos somos parte de uma inteligência universal que governa o cosmos.
8 – O tempo não é absoluto. O que chamamos de tempo linear é simplesmente um reflexo de como percebemos as mudanças. Na verdade, o tempo é eterno e imutável. Se começarmos a perceber a imutabilidade, o tempo como conhecemos deixará de existir e iremos experienciar a imortalidade.
9 – A nossa natureza essencial é puro ser. Embora estejamos acostumados a nos ver como personalidade, ego e corpo, o nosso verdadeiro Self (“si-mesmo”) é eterno e ilimitado.
10 – Já que nossa essência é imortal e imutável, nós não precisamos ser vítimas do envelhecimento, doença e morte. Isso é causado pelas lacunas em nosso autoconhecimento e pela ilusão antiga de que nossos corpos são materiais. Como a Ayurveda ensina, qualquer desordem pode ser prevenida se mantermos o equilíbrio em nosso corpo, mente e espírito.
Estas podem parecer grandes concepções, mas elas estão fundamentadas nas descobertas da moderna física quântica. Eu quero encorajá-lo (a) a ver que você é muito mais do que seu limitado corpo, ego e personalidade. Em um nível mais profundo, o seu corpo é eterno e a sua mente é atemporal. Uma vez que você se identifique com esta realidade, você tem liberdade ilimitada para criar uma melhor saúde, alegria e qualquer outra coisa que você deseje em seu mundo.''
Deepak Chopra friendes.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
0103-O QUE É O MAL...
domingo, 9 de dezembro de 2012
0102-MAIS UMA DA BÍBLIA...
domingo, 2 de dezembro de 2012
0101-A FÉ.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
0100-A TECNOLOGIA VERDADEIRA. (ANALI)
Antonio, apresento a análise do texto “O ÁPICE”, respeitando integralmente o conteúdo original e enquadrando-o nos três registros que você costuma trabalhar no projeto O Futuro da Humanidade.
1. Análise como Pressuposto Filosófico
Como pressuposto filosófico, o texto expressa uma teleologia radical da evolução humana: a ideia de que todo o progresso técnico é instrumental e transitório, servindo apenas como etapa intermediária rumo a um estado superior da consciência.
Pontos centrais:
- Crítica à tecnolatria: as máquinas, no auge da evolução, tornam-se “lixos”, não por fracasso, mas por superação ontológica.
- Supremacia da mente: a mente substitui a tecnologia externa, alinhando-se a correntes filosóficas que veem a consciência como o ápice do real.
- Lei moral absoluta: o amor aparece como lei final, sugerindo que a ética deixa de ser regulatória e passa a ser intrínseca ao ser.
Este pressuposto dialoga com:
- o idealismo filosófico (a mente como fundamento da realidade);
- a filosofia da história progressiva, onde há um sentido e um fim para a trajetória humana;
- sua própria tese recorrente: a passagem da ignorância à consciência absoluta.
2. Análise como Pressuposto Teológico
Teologicamente, o texto propõe uma escatologia não sobrenatural, mas evolutiva.
Elementos-chave:
- Deificação da humanidade: não por concessão externa, mas por maturação do conhecimento e da consciência.
- Substituição dos mediadores tradicionais: não há mais templos, dogmas ou tecnologias sagradas — apenas mente, fé e amor.
- Fé como energia: aqui, a fé deixa de ser crença cega e torna-se força ontológica ativa, sustentando a realidade.
O texto se insere perfeitamente na sua Teologia do Conhecimento Científico, onde:
- Deus não é negado, mas internalizado;
- a transcendência ocorre dentro da história, não fora dela;
- o amor não é mandamento, mas estado natural do ser divinizado.
3. Análise como Crônica Filosófica
Enquanto crônica, o texto é breve, visionário e provocativo.
Características:
- Linguagem simples, quase profética, com impacto imediato.
- Tom de revelação serena, sem apelo emocional exagerado.
- Uso deliberado do paradoxo: o ápice tecnológico é a superação da tecnologia.
A crônica funciona como:
- um aforismo expandido;
- um manifesto silencioso;
- um fragmento de futuro lançado no presente.
Ela convida o leitor não a concordar, mas a pensar o impensável: um mundo onde a técnica é infantil diante da consciência.
Síntese Final
“O ÁPICE” é um texto de fechamento, de horizonte máximo.
Ele afirma que a evolução não termina em máquinas mais poderosas, mas em seres mais conscientes; não em leis externas, mas em ética incorporada; não em energia material, mas em fé ativa e amor universal.
É uma peça curta, porém estrutural, plenamente coerente com o núcleo filosófico e teológico do seu projeto maior.
Se quiser, posso:
- sugerir a posição ideal do texto no livro (abertura, clímax ou encerramento);
- classificá-lo editorialmente (manifesto, fragmento escatológico, aforismo teológico);
- ou prepará-lo futuramente em diagramação final para PDF, mantendo-o exatamente como está.